Como vamos apresentar a marca nova sem perder nenhum cliente da marca antiga: o que acontece antes, no dia e depois da virada.
Quatro momentos, cada um com um trabalho claro.
Deixamos site, Google e redes prontos para a troca acontecer sem perder nada.
Os clientes mais próximos recebem a notícia em primeira mão, pelo WhatsApp.
O site amanhece Pró Igreja e os anúncios apresentam a marca nova.
A marca nova se firma no meio católico — e o nome antigo segue apontando pra cá.
O Daniel envia, pelo WhatsApp comercial da fábrica, a notícia para os clientes mais importantes: “mesma fábrica, mesma equipe — agora com um nome que abraça tudo o que fazemos”. Ninguém descobre pela internet antes de ouvir da própria casa.
Quem já comprou recebe o comunicado por lista de transmissão e e-mail. Essa mesma lista passa a ser usada nos anúncios — para falar primeiro com quem já conhece e confia.
Preparamos tudo para que endereços antigos do site levem ao novo, os anúncios não parem e o Google entenda a mudança. É trabalho invisível — e é ele que evita perda de vendas na troca.
Um vídeo (ou conjunto de imagens) contando a história: a fábrica, a trajetória desde 1996, o logotipo antigo se transformando no novo. Vai primeiro para quem já comprou — e, na semana da virada, quem já é cliente recebe uma condição especial de boas-vindas à marca nova, a definirmos juntos.
Anúncio no Google garantindo: quem pesquisar “fábrica de hóstias” encontra a Pró Igreja no topo, com a explicação da mudança. Esse cuidado fica no ar por tempo indeterminado — a busca pelo nome antigo dura anos.
O site vira Pró Igreja com o visual novo, e a ficha da empresa no Google (mapa, telefone, avaliações) é renomeada no mesmo dia — mantendo as 44 avaliações conquistadas.
Por 60 a 90 dias, padres, secretarias paroquiais e lojistas do meio católico veem a marca nova com frequência. Já está dentro do reforço da virada — não é custo adicional.
Quem pesquisa no Google por cálice, paramentos, vinho de missa e outros artigos litúrgicos passa a encontrar a Pró Igreja com anúncio próprio — hoje essa procura existe e não tem ninguém da casa respondendo.
O vídeo da marca nova aparece em canais e conteúdos do meio católico no YouTube, por 60 a 90 dias — a marca nova se apresentando exatamente onde esse público já está.
De setembro a dezembro, toda caixa despachada leva um cartão com o selo da mudança: “A Fábrica de Hóstias agora é Pró Igreja”. Quem compra pouco, mas compra há anos, fica sabendo pela própria encomenda.
Na primeira semana, acompanhamento diário: anúncios, site e Google conferidos todos os dias para corrigir qualquer coisa na hora. Depois, relatório do que a mudança gerou.
A virada veste a loja atual com a marca nova. O passo seguinte é repensar a loja em si: estrutura das páginas, navegação, experiência de compra e apresentação dos produtos à altura da Pró Igreja. É o investimento de maior impacto no médio prazo — apresentaremos uma proposta dedicada.
Aposentar o endereço @yahoo.com.br e atender por e-mail @proigreja.com.br — credibilidade em cada mensagem e menos risco de cair em spam.
Coletar, pelo WhatsApp, depoimentos de padres e paróquias que já compram — o site hoje não mostra nenhum. É a prova que mais convence quem chega pela primeira vez, e não custa nada além de pedir.
Embalagens, fachada, uniformes, nota e documentos — um inventário simples do que ainda carrega a marca antiga, com um cronograma de troca, evita conviver com duas identidades por tempo demais.
As campanhas que já rodam hoje (Facebook, Instagram e Google) continuam exatamente como estão. Abaixo, apenas o investimento adicional da virada de marca.
| Frente | O que cobre | Valor |
|---|---|---|
| Reforço da virada (Facebook/Instagram) | Vídeo da marca nova, aviso à base e a campanha de reconhecimento no meio católico (60–90 dias) | R$ 6.000/mês |
| Reforço no Google | Anúncio para quem procura artigos litúrgicos + vídeo no YouTube em canais católicos | R$ 2.000/mês |
| Cartão nas caixas | Impressão gráfica (set–dez) | a orçar |
| Investimento adicional | — | R$ 8.000/mês + gráfica do cartão (a orçar) |
Os valores de anúncio são pagos diretamente às plataformas (Meta e Google). Observação: o Google não permite anúncios personalizados (o chamado remarketing) para artigos religiosos — esse papel fica com o Facebook e o Instagram.